
Então fica assim: o exército israelense em ofensiva militar de um lado, o movimento islâmico Hamas atacando de outro, e a população da Faixa de Gaza no meio.
Resultado: 500 pessoas mortas, incluindo 87 crianças e mais de 2.450 estão feridos. Por enquanto apenas três integrantes do Hamas foram mortos.
Pior, segundo o chefe do serviço de emergências médicas em Gaza, Moawiya Hassanein "O número de mortos pode ser bem maior, já que há muitos mártires e feridos nas ruas que não conseguimos resgatar".
A ofensiva ou afronta entrou no seu oitavo dia consecutivo e “destruiu a região deixando 80% da população completamente dependente de ajuda humanitária”, informa a ONU (Organização das Nações Unidas).
E ainda segundo a ONU “mais de 600 alvos foram destruídos, incluindo estradas, edifícios públicos, delegacias de polícia e parte da infraestrutura da faixa de Gaza, que abriga cerca de 1,5 milhão de palestinos. Cerca de 250 mil pessoas estão sem eletricidade e a única central elétrica da faixa de Gaza foi fechada no último dia 30 pela sexta vez, desde o início de novembro, por falta de abastecimento. A água corrente é disponibilizada uma vez a cada cinco ou sete dias e apenas durante algumas horas e, em alguns locais, o esgoto se acumula nas ruas depois que o sistema de saneamento foi danificado pelos bombardeios”.
Ou seja, a ONU mais uma vez se omite do seu papel fundamental que é assumir seu papel humanitário e exigir o cessar-fogo do exército israelense. Ao invés disso prefere acompanhar de perto o infortúnio da população da Faixa de Gaza, assinando boletins de quantos morreram ou quantos prédios públicos foram atingidos.
Infelizmente, os EUA mais uma passam a mão na cabeça de Israel, afinal trata-se de seu braço bélico no Oriente Médio. Barack Obama nada pode fazer até sua posse no dia 20 de janeiro e enquanto isso dezenas morrem por dia.
Eu estou tão ansiosa (e esperançosa) pelo governo do Obama. Mas enquanto minha ansiedade aumenta, o número de mortos e estragos também.
ResponderExcluirE poxa vida, 20 de janeiro? O ano já começou poxa, até nisso os EUA precisam cagar?
Infelizmente, sou obrigado a defender um lado, que seria o de Israel. Os palestinos da Faixa de Gaza são governados por um movimento (terrorista) islâmico [o que não quer dizer que todos movimentos islâmicos sejam terroristas] que fez e faz uma lavagem cerebral eficientíssima na população para que eles se façam de mártires num regime que quer o poder de qualquer forma.
ResponderExcluirA única forma de acabar com essa guerra é a ofensiva israelense acabar com grande parte da Faixa de Gaza e forçar uma "limpeza" cerebral nos palestinos.
É isso!
Zói
E o que os EUA e Israel fazem tb não é terrorismo? Veja bem, o conceito histórico de terrorismo é não distinguir alvos. Penso que é até um terrorismo ainda pior, pq acabam convencendo a maioria da população ocidental de que realmente "lutam contra o terror".
ResponderExcluirE para você, qual é o pior tipo de terrorismo??
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